GESTÃO CONTÍNUA DE VULNERABILIDADES · CYBER TRACKER
Gestão de vulnerabilidades e superfície de ataque
Na plataforma Cyber Tracker, a Baikal integra as análises recorrentes de vulnerabilidades dos seus ativos internos com o monitoramento contínuo da superfície de ataque externa — dando visão comparativa, priorização por criticidade e contexto de negócio, e acompanhamento das correções em um só lugar.
Análise de vulnerabilidades dos ativos.
Mapeamento de ativos
Incluindo software, firmware, hardware, dispositivos de rede, configurações e ativos não homologados (shadow IT) que normalmente ficam fora do radar.
Identificação por CVEs/CWEs
Classificação técnica precisa de cada vulnerabilidade encontrada, com referência a bases reconhecidas.
Priorização por criticidade
Combinando severidade técnica e contexto de negócio para direcionar o esforço de correção.
Acompanhamento de correção
Visibilidade contínua do status de cada vulnerabilidade até sua remediação confirmada.
Análise de superfície externa.
O que você não vê, você não protege.
Ativos esquecidos
Sistemas, subdomínios e serviços expostos que a empresa não sabe mais que existem.
Credenciais vazadas
Monitoramento de deep e dark web para identificar credenciais expostas da empresa.
Domínios fraudulentos
Brand protection contra domínios e páginas falsas que se aproveitam da sua marca.
Serviços expostos
Identificação de serviços publicamente acessíveis que deveriam estar restritos.
A VANTAGEM DA PLATAFORMA
Interno e externo, em uma única visão.
Visão comparativa
Ativos internos e superfície externa lado a lado, sem pontos cegos entre as duas visões.
Priorização unificada
Um único ranking de risco para orientar onde investir o esforço de correção primeiro.
Evolução ao longo do tempo
Histórico sempre atualizado, com evidência pronta para qualquer auditoria.
A análise recorrente de vulnerabilidades é recomendada por referenciais internacionais de segurança:
ISO/IEC 27001
CIS Controls · Controle 7
NIST
Por que a gestão contínua deixou de ser opcional.
O cenário mudou — e os números explicam a urgência.
31%
das violações de dados já começam pela exploração de vulnerabilidades — a principal porta de entrada, pela primeira vez à frente das credenciais roubadas.
Verizon DBIR 2026
De meses para horas
é o quanto a IA encurtou a janela entre a descoberta de uma vulnerabilidade e sua exploração por atacantes. Testes pontuais não acompanham essa velocidade.
Verizon DBIR 2026
45%
das vulnerabilidades corporativas seguem sem correção após 12 meses. Identificar não basta: é preciso priorizar e acompanhar até a remediação.
Edgescan Vulnerability Stats Report 2025
É exatamente isso que a gestão contínua na plataforma Cyber Tracker resolve: visibilidade permanente, priorização por risco e acompanhamento da correção.
Perguntas sobre Gestão de Vulnerabilidades.
Qual a diferença entre análise de vulnerabilidades e pentest?
A análise de vulnerabilidades faz uma varredura ampla e recorrente para mapear e priorizar falhas conhecidas nos seus ativos. O pentest é uma simulação de ataque conduzida por especialistas, que explora as falhas para comprovar o impacto real no negócio. A análise dá abrangência e continuidade; o pentest dá profundidade e validação.
Preciso escolher entre análise de vulnerabilidades e pentest?
Não. Os dois serviços se complementam: a análise recorrente mantém a visão contínua dos seus ativos, e o pentest aprofunda a validação dos riscos mais críticos. No Programa Anual de Segurança, os dois trabalham juntos ao longo do ano. Conheça também o nosso serviço de Pentest.
Qual a diferença entre análise interna e externa?
A análise interna avalia vulnerabilidades nos ativos que você já monitora. A análise externa revela o que existe fora do seu radar, como ativos esquecidos e credenciais vazadas.
Como funciona o monitoramento de deep e dark web?
A plataforma monitora continuamente fontes de deep e dark web em busca de credenciais e dados vazados associados à sua empresa.
O que é brand protection?
É a identificação de domínios e páginas fraudulentas que se aproveitam da sua marca para aplicar golpes ou phishing.
Com que frequência as varreduras são feitas?
A frequência é definida no diagnóstico inicial, com ciclos recorrentes que mantêm a visão sempre atualizada.
As evidências servem para auditorias?
Sim. O histórico de vulnerabilidades e correções fica centralizado na plataforma, pronto para exportação em auditorias e RFPs.
Pronto para ver seus ativos e sua superfície externa em um só lugar?
Segurança não é um produto. É uma postura.
Cibersegurança brasileira para ambientes regulados e auditados.
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