Descubra algumas das possíveis origens das vulnerabilidades e a importância de ações preventivas para a sua empresa.

A necessidade de boas práticas acerca da segurança da informação dentro de empresas é cada vez mais evidente, sobretudo após a implementação da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que você poderá conhecer melhor neste artigo. Duas das práticas técnicas mais utilizadas, e que têm demonstrado uma enorme importância nos últimos tempos, são os Testes de Invasão e as ANÁLISES DE VULNERABILIDADES. Mas, inicialmente, que tal entendermos melhor quais são as origens das principais e mais comuns vulnerabilidades do meio corporativo?

Como surgem as brechas e falhas de segurança?

Exemplo 1: Erros de Programação. Muitas vezes, softwares e programas deixam brechas nos sistemas que são porta de entrada para os cibercriminosos.

Exemplo 2: Não utilização/configuração de softwares de segurança. Muitas vezes, ferramentas podem até estar aplicadas, mas nem sempre são configuradas da maneira mais adequada.

Exemplo 3: Falhas humanas. Outro caso comum é a falta de treinamento e comunicação para equipes e funcionários de uma empresa, que acabam por clicar e fazer download de links e materiais suspeitos.

Acontece que, muitas vezes, pequenas falhas podem gerar grandes prejuízos. Por isso, implementar rotinas de análises de vulnerabilidades no seu negócio é uma estratégia que tende a se tornar sua grande aliada. Afinal, são elas as responsáveis por identificar e corrigir brechas que acabam por comprometer o desempenho e a segurança dos seus sistemas.

Além disso, dentre os vários benefícios dessas técnicas, também auxiliam:

a) na determinação de quais controles e soluções em segurança atualmente fazem sentido para a organização;

b) na visualização e implantação de novas soluções;

c) na identificação dos riscos de segurança da informação nos processos e ativos de TI da organização;

d) na consistente e contínua melhora da infraestrutura de segurança da companhia facilitando a priorização de investimentos em defesa;

e) na documentação de rotinas para evitar possíveis ameaças;

f) para conter ataques de forma automatizada e aprimorar a configuração de softwares, tornando-os mais eficientes.

Testes como esses são verdadeiros investimentos para qualquer negócio, afinal, diminuem significativamente as chances de sua empresa ter seus dados expostos durante um possível ataque, o que consequentemente diminui o risco e aumenta o valor do negócio tanto para os sócios e investidores, como o valor e segurança para o cliente.

Por isso, é imprescindível começar a pensar em medidas para evitar, desde já, a reparação de danos, atuando antes mesmo de realmente ocorrerem.